Apoiadores espalham outdoors do Pacote Anticrime de Sergio Moro em todo país

Placas de outdoor em apoio ao Pacote Antricrime do Ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro estão se multiplicando por todo o Brasil. A explicação para este fenômeno é simples: o bolsonarismo e o lavajatismo despertaram no brasileiro um novo sentimento patriótico que, aliado à indignação pela impunidade, levaram o brasileiro a fazer algo mais, saindo do protesto em redes sociais para um apoio público mais efetivo.

Nunca, na história do Brasil, uma ação proposta pelo governo foi tão apoiada pelo povo. É um novo paradigma introduzido desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro, que teve sua campanha abraçada e realizada gratuitamente por milhões de brasileiros.

Toda semana, Sergio Moro posta imagens das iniciativas em seus perfis nas redes sociais. A mais recente postagem aconteceu na sexta (29), quando o ministro comemorou a instalação de 11 placas de outdoor espalhadas em diversas localidades do estado do Pará.

“Onze outdoors espalhados no Estado do Pará, seis em Paragominas, um em Dom Eliseu, um em Ulianópolis, um em Ipixuna e dois em Belém.”, tuitou Moro. A cada nova postagem do ministro, mais iniciativas surgem organicamente para demonstrar o apoio popular que o projeto tem.

Apesar do forte apelo e adesão popular, o Pacote Anticrime vem sofrendo uma série de cortes e atrasos em sua tramitação no Legislativo. Na semana passada, deputados recusaram um pedido de urgência no Pacote, o que faria a matéria tramitar de maneira mais rápida.

Campanha publicitária

Em outubro, o Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu a veiculação da um campanha publicitária do pacote anticrime. A propaganda, idealizada pelo ministro Sergio Moro (Justiça), defendia pontos do projeto de lei que já foram derrubados pelo grupo de trabalho da Câmara dos Deputados que analisa o texto. A campanha foi suspensa pelo ministro Vital do Rêgo, decisão confirmada pelo plenário do TCU.

Desde então, centenas de placas de outdoors foram colocadas no Brasil inteiro, todas custeadas a partir de rateio entre bolsonaristas e apoiadores da Operação Lava Jato.