Conjuve apoia campanha de prevenção a gravidez precoce do MMFDH

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) recebeu carta de apoio à campanha “Tudo tem seu tempo: Adolescência primeiro, gravidez depois”, lançada no dia 3 de fevereiro em parceria com o Ministério da Saúde (MS).

A carta foi enviada pelo Conselho Nacional da Juventude (Conjuve), com o título “Pelo direito à vida, à sobrevivência e ao pleno desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens: Uma mensagem do Conjuve sobre a campanha de prevenção à gravidez precoce no Brasil”.

O documento afirma que “a proposta desperta a reflexão e promove o diálogo entre os jovens e as suas famílias em relação ao desenvolvimento afetivo, autonomia e responsabilidade, incentivando-os na busca por orientações nas unidades de saúde sobre as formas de se prevenir”.

O texto destaca os índices divulgados pelo Ministério da Saúde, em que cerca de 930 adolescentes e jovens dão à luz diariamente, totalizando mais de 434,5 mil mães adolescentes por ano.

Outro trecho ressalta ainda que “a maioria das mães adolescentes tem poucos anos de escolaridade, é negra e vive nas regiões menos economicamente desenvolvidas do país”, números que reforçam a necessidade de uma atuação específica do MMFDH.

Capacitação de profissionais

Como forma de contribuir para campanhas futuras sobre o assunto, o Conjuve também sugeriu a capacitação contínua de profissionais que atuam diretamente com jovens.

“O atendimento ao jovem deve ser feito em ambiente confortável e que passe segurança. Com estas atitudes e com a promoção de políticas de planejamento familiar o Conjuve demonstra sua preocupação com a promoção a saúde dos jovens brasileiros”, observaram. 

Campanha

Direcionada aos adolescentes, a campanha buscou usar a estratégia que aborda a conscientização e a reflexão como formas de prevenção da gravidez na adolescência a partir do vínculo à atenção primária à saúde, visando a enfatizar o plano de vida, o planejamento familiar, a saúde sexual e a saúde reprodutiva, bem como a prevenção de doenças.

Fonte: Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos