Jair Bolsonaro, um homem de confiança

Foto: Palácio do Planalto

Acredito que confiança e coerência são duas características marcantes do ser humano, afinal a vida com seus caminhos tortuosos pede isso. Nós precisamos acreditar na probidade moral e que a pessoa na qual confiamos não falhará.

Nós precisamos nos ligar às nossas ideias e ideais, precisamos estar em harmonia com os outros e, principalmente, com nós mesmos.

Até aqui o Presidente da República tem se mostrado e se portado da mesma maneira como se apresentou ao Brasil desde 2014. Isto é um fato.

Embora, às vezes ele precise ser diferente do candidato, pois há diferença entre o discurso ao cargo e o discurso do ocupante do cargo, não podemos negar sua coerência, daí ser ele merecedor de nossa confiança.

O tempo passará, Bolsonaro terminará seu mandato com condições claras de reeleição, mas não contratará um redator, precisamos acostumar com este fato.

Sigamos em frente.

Desde o início de sua gestão os traidores estão se revelando, o tempo não passa? Deixemos que ele continue seu fluxo. “A verdade é filha do tempo”, hoje vemos o Sérgio Moro indo “morar” na “Ilha das Ostras”; o Witzel à beira do impeachment; e o Dória e a Joice reluzentes na nova esquerda. Novas traições virão…

Alguns dirão que Bolsonaro nos traiu ao se aproximar do dito: “centrão”, assim, alguns pularão do barco, tal episódio envolvendo o ex-ministro, o da injustiça; muitos que pularam se afogaram, outros tentam voltar ao convés.

Disse eu algures que o discurso do candidato deve ser diferente do ocupante do cargo, do contrário a nau não chegará a nenhum porto seguro.

Não nos esqueçamos, que Jair Bolsonaro veio do “centrão”, isso significa que este bloco perene do Congresso Nacional abriga bons nomes, boas pessoas. E, Bolsonaro precisa colocar o navio no rumo, pois há anos o Brasil precisa de um novo norte.

A aproximação do Planalto ao “centrão” dará ao Governo uns 330 (trezentos e trinta) votos, isso é governança, isto significa que as reformas passarão. Fato!

Dentre as reformas é urgente que ocorra a revogação da infeliz “PEC DA BENGALA”.

Se o nosso Capitão-Presidente conseguir revogá-la, ele terá ainda neste mandato (2019/31 de janeiro de 2022) mais duas vagas: Ricardo Lewandowski e Rosa Weber.

Em caso de reeleição (situação bastante provável), Bolsonaro terá mais duas vagas: Luiz Fux e Cármen Lúcia.

Imaginem o STF com seis novos ministros alinhados à DIREITA. O Brasil de fato estará em águas tranquilas e cristalinas rumo a um novo norte.

Utopia?

Sonhar é melhor do que sofrer por antecipação.

Jair Messias Bolsonaro não é mito, embora às vezes surreal. Bolsonaro é a nossa realidade essencial.