Estudo feito por cientistas italianos aponta que o uso da Hidroxicloroquina com Azitromicina reduz em 66% o risco de morte por covid19

Um estudo italiano publicado no International Journal of Infectious Diseases concluiu que pacientes hospitalizados com covid19 que usaram hidroxicloroquina e azitromicina tiveram taxa de mortalidade reduzida em 66%. O estudo também indica a maior efetividade dos medicamentos nas fases iniciais da doença.

O estudo pesquisou 539 pacientes com coronavírus que foram hospitalizados em Milão entre 24 de fevereiro e 17 de maio, 174 deles faleceram no hospital. 

Os pacientes foram divididos em grupos. Um grupo recebeu hidroxicloroquina um dia após serem internados no hospital. Outro grupo recebeu hidroxicloroquina e azitromicina. Um terceiro grupo não recebeu nenhum dos dois medicamentos. A porcentagem de óbitos nos três grupos foi de 27%, 23% e 51%, respectivamente, de acordo com os resultados publicados. 

Apenas 4,3% dos pacientes que tomaram hidroxicloroquina fizeram uso de respiradores mecânicos, contra 14,2% dos pacientes que usaram os dois medicamentos e 26,1% do grupo de pacientes que não utilizou nenhum dos dois medicamentos.

A pesquisa foi publicada no dia 29 de julho de 2020 no International Journal of Infectious Diseases e foi conduzido pelos pesquisadores Antonella d’Arminio Monforte, Alessandro Tavelli, Francesca Bai, Giulia Marchetti, Alessandro Cozzi-Lepri.

Correção: o estudo acessado pela redação do Portal Novo Norte através do Science Direct foi publicado no International Journal of Infectious Diseases e pode ser acessado aqui.

7 thoughts on “Estudo feito por cientistas italianos aponta que o uso da Hidroxicloroquina com Azitromicina reduz em 66% o risco de morte por covid19

  1. O teste não deveria ser cobrado,mas disponibilizado a toda a população gratuitamente.Infelizmente se usam do medo, desespero das pessoas pra tirar vantagens lucrativas…

  2. aleluia – para calar a boca da midia mandita e os golpistas: Governadores e Prefeitos do Brasil. salvo alguns!

  3. Você leu o estudo é de forma seletiva colocou aquilo que lhe traria a dialética supracitada, mas voce não observou outros crises do estudo, assim, retorne ao estudo e veja o demais defalhes.

  4. Science direct não é uma revista. É uma base de dados da editora Elsevier que reúne milhares de revistas. O nome da revista onde foi publicado o estudo é Internacional journal of infectious diseases.

  5. O remédio é seguro vendia-se até sem receita médica! E já tinha muitas evidências de bom funcionamento! Só os que amam os laboratórios é que são contra!

  6. Eu pesquisei sobre os efeitos negativos dos referidos medicamentos, os problemas encontrados foram em alguns indivíduos que usaram por mais de 5,10,15,20 anos, mas os ladrões corruptos junto com a Globo lixo e demais lixos fizeram campanhas negativas com base nisso🥳 os trouxas acreditaram

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