Dia dos Símbolos Nacionais exalta história do Brasil e fortalece turismo cívico

Comemorado nesta sexta-feira (18), o Dia dos Símbolos Nacionais homenageia quatro ícones do nosso país: o hino, a bandeira, o selo e o brasão. A data relembra parte da nossa história, realça o nosso orgulho como nação e reforça a importância do turismo cívico para o Brasil. Reconhecendo a importância de tal segmento, o Ministério do Turismo assinou recentemente um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o Governo do Distrito Federal para despertar o interesse dos jovens de todo o país em conhecer Brasília por meio do Roteiro Cívico Pedagógico.

O turismo cívico é um dos principais motivos de visitas a Brasília. O ACT busca a valorização da memória política e da história do Brasil, com vistas a fortalecer a conscientização cidadã dos jovens brasileiros. O programa “Brasília, nossa Capital – Turismo Cívico Pedagógico para o Brasil e para o mundo” está inserido no conjunto de ações da Secretaria de Turismo do DF voltadas a estimular o espírito cívico nos cidadãos.

Dentre as várias atrações da capital federal, o Pavilhão Nacional traz um gigantesco símbolo brasileiro: a Bandeira Nacional. Ela tem um mastro de 110 metros de altura, 286 metros quadrados de tecido e pesa 90 quilos, medidas que já a fizeram figurar no Livro dos Recordes como a maior bandeira hasteada do mundo. A tradicional cerimônia de Troca da Bandeira Nacional, realizada no primeiro domingo de cada mês, segue temporariamente suspensa ao público, em decorrência da pandemia do novo coronavírus.

O Pavilhão Nacional é composto por 24 hastes metálicas com 100 metros de altura, cada uma representando um dos 24 estados brasileiros existentes em 1972, época de sua criação. Em sua base está gravada a frase: “Sob a guarda do povo brasileiro, nesta Praça dos Três Poderes, a Bandeira, sempre no alto, visão permanente da Pátria”.

BANDEIRA – Após a Proclamação da República, em 1889, uma nova bandeira foi criada para representar as conquistas e o momento histórico do país. Projetado por Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemos, com desenho de Décio Vilares, o símbolo teve inspiração na Bandeira do Império, concebida pelo pintor francês Jean-Baptiste Debret. A nova versão manteve a tradição das antigas cores nacionais – verde e amarelo.

As estrelas que fazem parte da sua esfera representam a constelação Cruzeiro do Sul. Cada uma corresponde a um estado e, de acordo com a Lei nº 8.421, de 11 de maio de 1992, deve haver atualização no caso de criação ou extinção de alguma Unidade da Federação. A única estrela acima na inscrição “Ordem e Progresso” é chamada Spica e representa o estado do Pará, que em 1889 constituía o maior território acima do paralelo do Equador.

BRASÃO – A poucos metros da bandeira, é possível contemplar outro símbolo nacional: o Brasão da República, que está na bandeira-insígnia da Presidência, aplicado sobre o fundo verde. O Brasão de Armas do Brasil foi desenhado pelo engenheiro Artur Zauer, por encomenda do primeiro presidente da República, marechal Deodoro da Fonseca. Trata-se de um escudo azul-celeste apoiado sobre uma estrela de cinco pontas, disposta na forma da constelação Cruzeiro do sul, com uma espada em riste.

Ao seu redor, encontra-se uma coroa formada de um ramo de café frutificado e outro de fumo florido sobre um resplendor de ouro. O símbolo traz ainda a data da proclamação da República Federativa do Brasil: 15 de novembro de 1889, sendo o uso do brasão obrigatório pelos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e pelas Forças Armadas. Ele está presente em todos os prédios públicos dos governos municipais, estaduais e federal, além de quartéis militares e policiais.

HINO 

Em 1890, por meio do Decreto nº 171, a composição musical do maestro Francisco Manoel da Silva é considerada o Hino Nacional. Durante um período aproximado de 32 anos, o hino era cantado com letras diferentes e inadequadas, nem sempre ajustadas à beleza e à dignidade da música. Somente às vésperas do 1º Centenário da Independência, em 6 de setembro de 1922, o Decreto nº 15.671 oficializou a letra definitiva do Hino Nacional, escrita por Osório Duque-Estrada em 1909.

Existem também outros hinos nacionais, que representam símbolos importantes para o país. O mais antigo é o da Independência, composto pelo próprio D. Pedro I. O da Bandeira, escrito pelo poeta Olavo Bilac, foi apresentado pela primeira vez em 1906. Há ainda a Canção do Expedicionário, com letra de Guilherme de Almeida e música de Spartaco Rossi, hino cantado pelos pracinhas que lutaram a 2ª Guerra Mundial na Europa.

SELO 

O Selo Nacional do Brasil se baseia na esfera da Bandeira Nacional, ostentando um círculo com os dizeres “República Federativa do Brasil”. Ele é usado para autenticar os atos de governo, os diplomas e certificados expedidos por escolas oficiais ou reconhecidas.

Fonte: Ministério do Turismo

3 thoughts on “Dia dos Símbolos Nacionais exalta história do Brasil e fortalece turismo cívico

  1. Bonita iniciativa do Ministério do Turismo.
    Devemos resgatar o sentimento de brasilidade perdido ao longo dos anos.
    Na minha infância se cantava o hino nacional antes de entrar nas salas de aula. Hoje uma criança não sabe nada sobre nossos símbolos mais importantes.
    Gostaria de ver nossas crianças cantando nosso hino nas escolas. Antes que comecem a saudar a bandeira vermelha

  2. Bonita homenagem, mas eu queria informar ao Presidente Bolsonaro que na Paraíba os funcionários continuam sendo perseguidos a Polícia Militar só tem desconto e e o pior salário do país nem a paridade ou a integralidade ou bolsa desempenho nada foi pago aos inativos agora os descontos esse sim já foi descontado em favor da Pbpreve.

  3. Importantíssimo resgatar o amor cívico dos brasileiros, destruídos por ideologias nefastas, de governos passados.
    Isso se faz urgente, para tornar o Brasil, um país respeitado e honrado pelo mundo agora!
    🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷

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