Laboratório de genética forense é inaugurado em Roraima com investimento de R$ 2 mi do Ministério da Justiça

Nesta semana, começou a funcionar no estado de Roraima o Laboratório de Genética Forense. Na solenidade de inauguração, em Boa Vista (RR), o Ministério da Justiça e Segurança Pública, foi representado pelo coordenador nacional da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), Guilherme Jacques.

De acordo com Guilherme, o funcionamento do laboratório será um ganho para o país. “Essa inauguração em Roraima mostra que o MJSP está empenhado em cumprir as metas do projeto de Fortalecimento da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, que visa analisar todas as amostras pendentes até 2022, tanto de vestígios quanto de condenados, e inserir os perfis genéticos no BNPG. Agora, com este laboratório, o Instituto de Criminalística de Roraima poderá solucionar crimes com mais celeridade e segurança, por meio da análise do DNA dos vestígios biológicos encontrados em locais de crimes”, explica.

A iniciativa faz parte de um convênio firmado entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública, através da Secretaria Nacional de Segurança Pública, com os estados para fortalecer a Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), projeto estratégico e prioritário do MJSP. O objetivo é modernizar e acelerar a investigação criminal.

Neste laboratório em Roraima, o investimento do governo Federal foi de mais de R$ 2 milhões, valor que incluiu a doação e instalação de todos os equipamentos, como Analisador genético, Quantificador de DNA, Macerador de ossos, Pipetador automático, Robô de extração, Centrífugas, Vortex, Seladora, Autoclave, Estufa de esterilização e secagem, Pipetas automáticas e Geladeiras, além de treinamento aos peritos do manuseio dos instrumentos.

Para o secretário da Segurança Pública do estado de Roraima, Olivan Júnior, a inauguração do laboratório forense no Estado vai proporcionar mais celeridade na elucidação de crimes e dar respostas mais rápidas e eficientes para a sociedade  

“Roraima entra para o rol dos Estados de alto nível em elucidação de crimes. Vamos poder esclarecer casos que estavam parados porque não tínhamos esse tipo de tecnologia e, assim, dar respostas destes casos para a sociedade e para as famílias que aguardam elucidação”, explicou.

O laboratório será administrado pelo Instituto de Criminalística da Polícia Civil e os trabalhos serão realizados por quatro peritos especializados em genética forense e um mestre em biologia molecular. 

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública