Sexta, 13 de Fevereiro de 2026
23°C 33°C
Palmas, TO

Pai de Juliana Marins se emociona ao abrir mochila da filha que faleceu na Indonésia

O momento ocorre mais de um mês após a publicitária brasileira ser encontrada morta na encosta de vulcão no país asiático

Pablo Carvalho
Por: Pablo Carvalho Fonte: Aliados Brasil
01/08/2025 às 09h42
Pai de Juliana Marins se emociona ao abrir mochila da filha que faleceu na Indonésia

O pai da jovem Juliana Marins, que faleceu após um acidente durante uma trilha na Indonésia, compartilhou nas redes sociais o momento em que abriu a mochila da filha pela primeira vez desde sua morte. O gesto, carregado de emoção, revelou a profundidade da saudade e da dor enfrentada pela família.

Segundo ele, a mochila permaneceu lacrada por mais de um mês, exatamente como foi enviada do exterior. Ao lado da esposa, ele descreveu a experiência como um momento extremamente sensível, em que cada item retirado da mochila – roupas, objetos pessoais, lembranças de viagem – trouxe à tona memórias felizes e intensas.

"Ontem sentimos fortemente a presença de uma ausência", escreveu o pai, destacando que, embora a dor esteja presente todos os dias, existem momentos em que ela se torna ainda mais forte. Ainda assim, ele expressou confiança de que, com o tempo, a saudade se tornará mais leve, ainda que jamais desapareça.

Juliana tinha 26 anos e realizava uma viagem pela Ásia desde fevereiro. Durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, ela escorregou e caiu de um penhasco de aproximadamente 300 metros. O local era de difícil acesso, o que dificultou o resgate. Seu corpo foi encontrado dias depois, e estima-se que ela tenha sobrevivido por muitas horas após o acidente.

A história de Juliana comoveu milhares de pessoas e gerou grande mobilização em busca de respostas. A comoção também reacendeu debates sobre segurança em trilhas e os protocolos de resgate em áreas turísticas.

Ao final de seu relato, o pai mencionou uma música que a filha amava, como forma de homenageá-la e reafirmar a intenção de seguir em frente, apesar da dor. O ato de abrir a mochila, embora simples, simbolizou a tentativa de encontrar conforto nas lembranças e na presença que permanece viva através dos objetos e afetos deixados por Juliana.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Lenium - Criar site de notícias