
A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) divulgou um balanço que confirma o pesado histórico criminal dos indivíduos mortos durante a recente megaoperação. Dos identificados, a maioria esmagadora já possuía ligação direta com a facção criminosa, desmentindo narrativas que tentam proteger o crime organizado. A fidelidade aos fatos mostra quem estava no confronto.
O levantamento da PCERJ revela números contundentes: 59 dos mortos contavam com mandados de prisão pendentes, e impressionantes 97 tinham um histórico criminal relevante que incluíam latrocínios e homicídios. Além disso, pelo menos 12 ostentavam envolvimento com o tráfico de drogas em suas redes sociais. No total, a polícia confirma que ao menos 109 tinham relação direta com a facção.
Um detalhe que acende o alerta nacional é a origem dos criminosos: 54% do total não eram do Rio de Janeiro. A operação expôs que há chefes e integrantes de organizações criminosas de, pelo menos, 11 estados diferentes, distribuídos por quatro das cinco regiões do país, usando o estado como refúgio e base de comando para o terror.