
O professor Hugo Garbe, do Centro de Ciências Sociais e Aplicadas (CCSA) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), foi consagrado com o prestigiado prêmio Economista do Ano. A honraria, concedida pela Ordem dos Jornalistas do Brasil e pelo Instituto Fiscaliza, reconheceu o especialista na categoria Mídia e Análise Econômica por sua atuação.
A premiação destaca o trabalho do docente em traduzir os temas de economia e finanças. Segundo Garbe, esses assuntos devem ser tratados de forma clara e objetiva para que se tornem acessíveis a todos os brasileiros. Ele combate a ideia de que a economia é restrita a um pequeno grupo de pessoas.
O professor ressalta que a economia se torna útil quando funciona como uma ferramenta para a vida real, ajudando famílias, empreendedores e quem busca tomar as melhores decisões. Ele afirma que dedicou anos para auxiliar as pessoas a entenderem um país que muda rapidamente e que exige ser compreendido com seriedade.
Com o reconhecimento, o mackenzista passa a fazer parte de um seleto grupo de profissionais que são referências nos debates econômicos da mídia. Garbe combina seu forte embasamento acadêmico, teorias e pesquisas com a atenção às demandas do mercado e à dura realidade social brasileira.
Para ele, a teoria só ganha sentido quando encontra a vida real, dialogando com empresas, governos e comunidades. O professor entende que o papel da universidade não pode ficar restrito apenas às salas de aula, mas deve oferecer uma visão ampla e crítica, essencial para o mercado.
O especialista defende que é fundamental "democratizar" a economia, trazendo-a para perto do cidadão de forma prática e humana. Segundo Garbe, ao entender como a inflação ou a taxa Selic afetam o financiamento e o emprego, a pessoa ganha autonomia para suas decisões financeiras e seus sonhos.
Usando o prêmio como um marco em sua carreira, o docente projeta expandir seu trabalho em três frentes principais. Ele quer estimular a educação acessível, fortalecer parcerias com impacto social e aprofundar a comunicação com foco total no cotidiano do brasileiro.
O premiado encarou a honraria como a validação de um trabalho árduo que o motiva a expandir esse diálogo ainda mais. Ele agradeceu às instituições, aos jornalistas e, principalmente, ao público, que acompanha e critica, ajudando a construir essa ponte de informação que transforma vidas.