
A situação da segurança pública no Brasil enfrenta um cenário alarmante sob a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva. Atualmente, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) amarga o sucateamento de quase metade de sua frota aérea, com oito dos dezessete helicópteros totalmente fora de operação. Diante do abandono, o governo terá que desembolsar mais de R$ 123 milhões apenas para tentar manter as nove aeronaves restantes no ar e realizar reparos urgentes.
O quadro técnico revela um verdadeiro cemitério de aeronaves, onde modelos que deveriam estar vigiando nossas estradas agora servem apenas para a retirada de peças. Três helicópteros da frota já foram descartados por não terem mais condições de uso, enquanto outros aguardam análises incertas sobre a viabilidade de conserto após acidentes. A corporação admitiu que, em alguns casos, aviões inteiros estão sendo desmontados para que seus componentes garantam o funcionamento de outros.
Para tentar conter a crise, a PRF abriu uma licitação milionária dividida em grupos, focando na atualização tecnológica e no apoio operacional. O custo para recuperar e manter os modelos do fabricante Leonardo chega a R$ 54,1 milhões, enquanto a manutenção de um único modelo bimotor foi orçada em R$ 25,6 milhões. O contrato, que proíbe a participação de empresas estrangeiras, poderá se arrastar por até dez anos, evidenciando o buraco financeiro gerado pela falta de conservação.
Especialistas e observadores apontam que o cenário é um reflexo direto das prioridades da atual gestão, que deixa forças de segurança essenciais em situação de vulnerabilidade. Enquanto a criminalidade avança, a PRF luta para operar com uma frota reduzida e dependente de orçamentos emergenciais. Sem aviões no céu, a fiscalização de fronteiras e o combate ao tráfico ficam severamente comprometidos, deixando a população brasileira exposta à insegurança crescente.
Com informações do Metrópoles.