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Jornal esquerdista diz que Biden está "passando vergonha" e pede desistência da disputa eleitoral

Apesar disso, Biden tem reiterado sua intenção de concorrer, afirmando estar capacitado para seguir na disputa e comprometendo-se a cumprir um segundo mandato completo, que terminaria em 2028, quando terá 86 anos.

10/07/2024 12h06
Por: Pablo Carvalho
Jornal esquerdista diz que Biden está "passando vergonha" e pede desistência da disputa eleitoral

O jornal The New York Times voltou a pressionar o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, a desistir de sua candidatura à reeleição. Em editorial publicado na terça-feira (9), o veículo afirmou que Biden, de 81 anos, está "passando vergonha" e "colocando seu legado em risco". Além disso, o texto critica a postura do presidente, apontando que ele "parece inapto" para o cargo.

Desde o primeiro debate eleitoral, realizado em 27 de junho, a pressão sobre Biden tem aumentado. Na ocasião, o presidente mostrou-se confuso e hesitante, o que gerou críticas e pedidos para que ele abandone a candidatura. Apesar disso, Biden tem reiterado sua intenção de concorrer, afirmando estar capacitado para seguir na disputa e comprometendo-se a cumprir um segundo mandato completo, que terminaria em 2028, quando terá 86 anos.

A carta enviada por Biden a deputados na segunda-feira (8) reforça sua determinação em continuar na corrida eleitoral. No documento, ele pediu aos membros do Partido Democrata que deixem de pressioná-lo para desistir e se unam para derrotar Donald Trump. A mensagem foi clara: "Temos 42 dias para a Convenção Democrata e 119 dias para as eleições gerais. Qualquer enfraquecimento da determinação só ajuda Trump e nos prejudica."

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Outros veículos de comunicação também têm se manifestado sobre a questão. A revista britânica The Economist, por exemplo, publicou uma capa com a imagem de um andador para ilustrar que Biden não tem condições de liderar o país. Enquanto isso, pesquisas apontam que Trump tem 42,1% das intenções de voto, contra 39,9% de Biden. O cenário permanece tenso, com congressistas democratas ainda divididos sobre o apoio ao presidente.

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