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Atuante na criação da Aliança Pelo Brasil, Farley Meyer orienta sobre desfiliação do PSL

Atuante na criação da Aliança Pelo Brasil, Farley Meyer orienta sobre desfiliação do PSL

20/11/2019 17h31 Atualizada há 3 anos
Por: Deborah Sena
Atuante na criação da Aliança Pelo Brasil, Farley Meyer orienta sobre desfiliação do PSL

Farley Meyer está em Brasília para a convenção nacional que marcará a criação oficial do partido Aliança Pelo Brasil, nessa quinta-feira (21).  Em contato com a base bolsonarista no Tocantins, o coordenador local está acompanhando o processo de desfiliação do PSL por parte dos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, que migrarão para a nova sigla. Pelo menos, 30 pessoas se desligaram do partido em um ato de desfiliação coletiva em Palmas, no início da semana e a mobilização está se repetindo no interior do estado.   

Em entrevista ao portal Novo Norte, o político, que se desfilou do PSL na 2º Zona Eleitoral de Gurupi, esclareceu que “quem deseja assinar o apoio ao Aliança Pelo Brasil, não pode estar filiado a nenhum outro partido político. A verificação [para o caso de estar filiado ou não] pode ser feita pelo site do TSE ou no cartório eleitoral”.

As bases bolsonarista dão conta de que um movimento de oposição ao presidente tenta invalidar as assinaturas de apoio ao partido, por conta do vínculo com o PSL que ainda não foi “interrompido” por alguns interessados em aderir a nova sigla.

Outro impasse abordado por Farley foi a reclamação de que adeptos das desfiliações não encontraram atendimento no diretório do PSL para informar sobre a saída do partido. “Estou recebendo reclamações de que nos diretórios do PSl, nas cidades do Tocantins, não se encontra ninguém para dar ciência no pedido de desfiliação”.  

“A ciência do PSl sobre a desfiliação, não pode ser confundida com a autorização. Quem desfilia é o juiz eleitoral e não o PSL, os diretórios só precisam ser informados”, completou.

Criação do Partido

Após o evento que definirá estatuto e diretoria da sigla que receberá o presidente Jair Bolsonaro, ainda serão cumpridas as etapas de coleta das 500 mil assinaturas necessárias e a obtenção do registro no TSE, que deve levar cerca de 4 meses “o partido estará pronto já no mês de março de 2020”, elencou o dirigente do Tocantins.

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