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Seis em cada dez industriais consideram ótimo ou bom o governo de Jair Bolsonaro, revela pesquisa

Seis em cada dez industriais consideram ótimo ou bom o governo de Jair Bolsonaro, revela pesquisa

13/12/2019 16h49 Atualizada há 2 anos
Por: Redação
Seis em cada dez industriais consideram ótimo ou bom o governo de Jair Bolsonaro, revela pesquisa

Os industriais brasileiros têm uma avaliação positiva do governo Jair Bolsonaro. Sessenta por cento deles consideram o governo ótimo ou bom e apenas 7% avaliam como ruim ou péssimo. Outros 26% acham que o governo é regular, informa a Sondagem Especial: Avaliação do Governo pelo Empresário Industrial, feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A pesquisa ouviu 1.914 empresários de todo país entre os dias 2 e 10 deste mês. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e, a confiança, de 95%. 

O governo é mais bem avaliado pelos empresários do Sul. Naquela região, 71% dizem que o governo é ótimo ou bom. No Centro-Oeste, esse número é de 68%. No Norte, é de 62% e, no Sudeste, de 57%. “A região Nordeste é onde os empresários industriais aprovam menos o governo. Ainda assim, 50% avaliam o governo como ótimo ou bom”, diz a pesquisa.

Além disso, 65% dos entrevistados confiam no presidente Bolsonaro e 64% aprovam sua maneira de governar. Na indústria da construção, 69% confiam em Jair Bolsonaro e 69% aprovam a maneira de governar do presidente. Na indústria de transformação, 67% confiam no presidente e 65% aprovam sua maneira de governar. Na indústria extrativa, 62% confiam no presidente e 59% aprovam sua maneira de governar. 

A pesquisa mostra ainda que as ações do governo nas áreas de relações do trabalho e de juros são as mais bem avaliadas pelos industriais. Entre os entrevistados 64% consideram como ótima ou boa a atuação do governo sobre as relações de trabalho. Na área de taxa de juros, esse percentual é de 63%. A terceira área com melhor avaliação é a redução da burocracia, considerada ótima ou boa por 47%. 

“Felizmente, estamos passando por um período de reformas estruturais, de cunho liberalizante, que favorecerão o retorno da estabilidade macroeconômica, perdida na recente recessão”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

“Essas reformas, em especial as que se destinam a modernizar os regimes trabalhista, previdenciário e tributário, estão sedimentando o terreno para o aumento do consumo, dos investimentos e da produção”, acrescenta Robson Andrade. 

Fonte: CNI

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