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Balança comercial brasileira tem superávit de US$ 649 milhões na segunda semana do mês

Balança comercial brasileira tem superávit de US$ 649 milhões na segunda semana do mês

17/12/2019 15h20 Atualizada há 3 anos
Por: Redação
Balança comercial brasileira tem superávit de US$ 649 milhões na segunda semana do mês

A balança comercial registrou superávit de US$ 649 milhões e corrente de comércio de US$ 7,426 bilhões, na segunda semana de dezembro de 2019, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, divulgados, nesta segunda-feira (16/12). O saldo foi resultado de exportações no valor de US$ 4,037 bilhões e importações de US$ 3,389 bilhões.

No mês, as exportações somam US$ 9,068 bilhões e as importações, US$ 6,816 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,253 bilhões e corrente de comércio de US$ 15,884 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 214,932 bilhões e as importações, US$ 171,605 bilhões, com saldo positivo de US$ 43,327 bilhões e corrente de comércio de US$ 386,536 bilhões.

Confira os dados completos da balança comercial

A média das exportações da segunda semana chegou a US$ 807,5 milhões, 19,7% abaixo da média de US$ 1,006 bilhão da primeira semana, em razão da queda nas exportações das três categorias de produtos: semimanufaturados (-50,4%), de US$ 128,2 milhões para US$ 63,6 milhões, por conta de celulose, ferro-ligas, semimanufaturados de ferro/aço, açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas; manufaturados (-23,1%), de US$ 332,5 milhões para US$ 255,7 milhões, em razão de óleos combustíveis, aviões, automóveis de passageiros, gasolina, suco de laranja não congelado; e básicos (-10,5%), de US$ 545,5 milhões para US$ 488,1 milhões, por conta de petróleo em bruto, milho em grão, farelo de soja, algodão em bruto, carnes bovina e de frango.

Do lado das importações, houve diminuição de 1,1% sobre igual período comparativo – média da segunda semana, de US$ 677,7 milhões, sobre a média da primeira semana, de US$ 685,4 milhões. A queda é explicada, principalmente, pela redução nos gastos com equipamentos eletroeletrônicos, químicos orgânicos e inorgânicos, aeronaves e peças, filamentos e fibras sintéticas e artificiais, siderúrgicos.

Fonte: Ministério da Economia

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